A mulher no amor e dor

O trabalho da mulher que caminha para o resgate de si mesma envolve tomar consciência das partes perdidas em si, para se ir completando. Como dizemos tantas vezes, é ir às cavernas mais escuras de si mesma e resgatar partes perdidas e sós, de raiva e dor. É inevitável fazer esse caminho.

Não se trata do culto à dor, mas sim de honrá-la, pois essa é a emoção mais permanente que temos ao longo das vidas e desta vida. Quando a mulher assume carência, assume que tem partes perdidas de si. Então idealmente ela fará o caminho para colmatar as carências dentro de si mesma. O resto que vier será como a teoria do copo cheio – quanto mais água tiver, já irá transbordar…

O problema é que quando a mulher insiste em se ver como um corpo vazio e com fugas, apontando baterias para o outro / a outra, de forma a que seja o exterior e preencher as fugas e o copo… É disso que se fala.

Na realidade só há uma carência – a da mulher em si mesma. O resto serão necessidades pontuais. – Isabel Maria Angélica (14/09/2014)


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